quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Natal....


Comidas gostosas,
muitos presentes,
votos de felicidades
e a eterna esperança de que um certo Menino Deus traga a todos os lares muito luz e muita harmonia...

Todos os anos se repete o mesmo sentimento, a mesma esperança e a mesma vontade de que tudo se transforme no coração de todos como uma grande mágica natalina.

Para alguns o momento é apenas de reflexão...

O que fizemos de bom durante o ano?
O que evoluímos?
Ajudamos nosso próximo?
Nos doamos em algum projeto importante?
Nos apaixonamos?
Demos amor à alguém?
Fomos egoísta?
Fomos corruptos?
Fomos Infiéis?
Contribuímos com o sucesso de alguém?
Demos passagem no trânsito?
Fizemos sorrir quem necessitava de alegria?
Diminuímos o consumo?
Economizamos?
Concluímos os projetos prometidos no ano anterior?
O que fizemos esse ano para melhorar nossa qualidade de vida?
Contribuímos com economia de água e com o meio ambiente?
Jogamos lixo na rua?
O que fizemos?? E que faremos??? O que fazer???

E nesse pensamento segue mais um ritual para a despedida de 2008 e a chegada tão esperada de 2009,
Onde renovaremos as promessas que não cumprimos em 2008 e faremos novas promessas e novos projetos para 2009,
Com a certeza de que seremos vencedores, que tudo será melhor, que tudo se realizará, onde seremos todos muito felizes!!

Graziela Morais

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Sentimentos...

A angustia toma conta da alma, a solidão povoa os sonhos e o ar fica mais rarefeito...
O corpo fica mais pesado, e o pensamento mais leve flutua num planeta de possibilidade infindas, de energias complexas e confusas...

As palavras toram-se escassas, o olhos já não querem olhar, a voz já não quer mais falar.
De repente uma luz... que traz por alguns segundos ao corpo vazio e cansado calor e satisfação antes já experimentados, porém descartados com o tempo...

A história passa, vaga e rapidamente, pelo pensamento, em segundos de emoção, trazendo vida...

As energias se afastam... a mente que por segundos só sentia calor agora volta a ser vazio e dor...
Lembranças de um passado adormecido e não mais querido e que se vão lentamente...
Novamente o corpo é tomado, a solidão retorna, o coração se recolhe, e o pensamento voa...


Graziela Morais

domingo, 9 de novembro de 2008

Temos que ser como as crianças...

Ontem comemoramos o aniversário de um ano do Lucas, meu lindo e esperto sobrinho.
Mesmo gripadinho e indisposto, olhou todos os presentes, foi no colo de todos, fez pose para fotos, bateu palmas, na hora do parabéns, mesmo sem entender o sentido daquilo, e apagou a velinha, claro que tendo as mãos "imobilizadas rs" pelo pai babão, pois curioso como é prestava atenção em tudo a sua volta e queria mexer e descobrir como tudo funcionava, pegar em tudo...
Semana passada ele deu seus primeiros passos sozinho, o que foi causa de muitos risos, porque ele escapa das mãos protetoras, coloca as mãozinhas pra cima e coooooorre sem medo de ser feliz...
Sem ter medo de nada ele simplesmente vai, tenta, testa, prova, experimenta...
E percebo no convívio com ele que é esse o segredo!
É não se importar com o que pensam, querem ou dizem
É somente ir em frente!
Fazer! Observar! Tentar! Querer! Sorrir!
Pois ao crescermos perdemos o que há de melhor na vida...
Ficamos cheios de pudores, bloqueios, medos e não percebemos que a vida é tão simples!
Basta fazer como o meu sobrinho sapeca...
Colocar as mãozinhas pra cima e correeeeeeeeeer rss
É muito simples:
Ser feliz a cada dia, amar e ser amado, é dar e receber carinho, é sentar no chão pra brincar com as formiguinhas, a sujar o rosto todo comendo chocolate, é ganhar um beijo babado do sobrinho amado e não ter nojo rs, é deixar o sobrinho amado lavar as mãozinhas no seu copo de água e deixar que ele te molhe toda só pra ver aquele lindo sorriso com aquela gengiva banguela, é fazer de tudo para que cada momento seja único e inesquecível...
É viver como se cada segundo fosse uma grande descoberta e se divertir sempre sorrindo de tudo e para todos...

Titia te adora Lukinhas!!
Ainda tenho muito que aprender com você!

Graziela Morais

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

"O QUE VOCÊ TEM A VER COM A CORRUPÇÃO?"


Li o projeto, gravei o jigle e vesti a camisa, na esperança de que mudemos nossa realidade atual. Partindo da idéia que focando as crianças de hoje, as conscientizando nesse momento, nossos filhos e netos terão uma realidade melhor.
Sem corrupção e respeitando o próximo acima de tudo!
Vale a pena conferir no site e vestir essa camisa!!
NÃO A CORRUPÇÃO JÁ!
Graziela Morais

domingo, 5 de outubro de 2008

Assédio Moral no Trabalho...

http://www.assediomoral.org/

O que é assédio moral?

Assédio moral ou violência moral no trabalho não é um fenômeno novo.

Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho.
A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho.

A reflexão e o debate sobre o tema são recentes no Brasil, tendo ganhado força após a divulgação da pesquisa brasileira realizada por Dra. Margarida Barreto. Tema da sua dissertação de Mestrado em Psicologia Social, foi defendida em 22 de maio de 2000 na PUC/ SP, sob o título "Uma jornada de humilhações".
A primeira matéria sobre a pesquisa brasileira saiu na Folha de São Paulo, no dia 25 de novembro de 2000, na coluna de Mônica Bérgamo.

Desde então o tema tem tido presença constante nos jornais, revistas, rádio e televisão, em todo país.

O assunto vem sendo discutido amplamente pela sociedade, em particular no movimento sindical e no âmbito do legislativo.
Em agosto do mesmo ano, foi publicado no Brasil o livro de Marie France Hirigoyen "Harcèlement Moral: la violence perverse au quotidien".

O livro foi traduzido pela Editora Bertrand Brasil, com o título Assédio moral: a violência perversa no cotidiano.

Atualmente existem mais de 80 projetos de lei em diferentes municípios do país. Vários projetos já foram aprovados e, entre eles, destacamos: São Paulo, Natal, Guarulhos, Iracemápolis, Bauru, Jaboticabal, Cascavel, Sidrolândia, Reserva do Iguaçu, Guararema, Campinas, entre outros.

No âmbito estadual, o Rio de Janeiro, que, desde maio de 2002, condena esta prática.

Existem projetos em tramitação nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Bahia, entre outros. No âmbito federal, há propostas de alteração do Código Penal e outros projetos de lei.


O que é humilhação?

Conceito:

É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento.


E o que é assédio moral no trabalho?

É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização.

A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares.

Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima.

Em resumo: um ato isolado de humilhação não é assédio moral.

Este, pressupõe:
repetição sistemática intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego) direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório) temporalidade (durante a jornada, por dias e meses)

degradação deliberada das condições de trabalho

Entretanto, quer seja um ato ou a repetição deste ato, devemos combater firmemente por constituir uma violência psicológica, causando danos à saúde física e mental, não somente daquele que é excluído, mas de todo o coletivo que testemunha esses atos.

O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do ’novo’ trabalhador: ’autônomo, flexível’, capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável.

Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita.

Estar ’apto’ significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.

A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.
A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos.

A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos.

As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ’mal estar na globalização", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.


(*) ver texto da OIT sobre o assunto no link: 

http://www.ilo.org/public/spanish/bureau/inf/pr/2000/37.htm
Fonte: BARRETO, M. Uma jornada de humilhações. São Paulo: Fapesp; PUC, 2000.



#grazielaMorais #assedioMorais #assedioSexual

Graziela Morais 

sábado, 4 de outubro de 2008

MP3, MP4, IPOD, CELULAR COM RÁDIO E MP3...







Aos pouquinhos esse acessório foi tomando espaço, virando moda, e se tornando necessário em todos os momentos do dia!
Ficar atualizado com as notícias da CBN, Rádio Camara e Senado, ouvir as músicas preferidas e relaxaaaaaar...
Esses dias estava indo para o trabalho, no meu percurso repetitivo e diário e observei que as pessoas, que já haviam perdido o hábito de dizer um bom dia ou simplesmente olhar para o lado, no ônibus ou mesmo na rua, hoje estão cada vez mais solitárias. Cada pessoa segue séria, concentrada, muitas dormem ao som da música, outras andam pelas ruas sorrindo, ou mesmo cantando sozinha, em sua jornada diária, mas sem prestar atenção aos sons, que em brasília, são tão urbanos, som dos carros, dos poucos vendedores ambulantes, dos pedintes, dos amigos que muitas vezes se encontram na rua, do sonorizador do semáforo que informa que ele pode passar...
No trabalho ele (o fone) virou polêmica:
-Não é permitido nos dois ouvidos! Apenas um ouvido é permitido, o outro tem que ficar atento ao som da voz do chefe que quando necessita de algo tem que ser atendido pontual e precisamente naquele segundo!
E dessa forma somos agora seres cada vez mais individuais e sozinhos:
-Uns ouvem informações atualizadas nas principais rádios de notícias;
-Outros concentrados em seu "momento de fé" rezam, agradecem e pedem por um mundo melhor em rádios religiosas;
-Outros ouvem no último volume aquele "som esperto" que sempre está bem alto, para que o serviço fique num ritmo acelerado;
-Outros ouvem mpb, ou algo mais relaxante para evitar o estresse do dia-a-dia e terminar o dia com o corpo tranquilo e a mente leve...
Não importa a intenção, polêmico ou não, ele veio pra ficar!!
Agora é torcer, para que todos façam como as mulheres, que conseguem fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, e que apesar da concentração no seu fone-inseparável, o cérebro fique sempre alerta, para sorrir e dar seu bom dia. Para que percebamos que o fone se tornou "válvula de escape" para enfrentar as dificuldades com alegria e música, mas não pode nos escravizar e nos tornar, mesmo que inconscientemente "robozinhos" mudos e pouco sociáveis!!

Graziela Morais

domingo, 24 de agosto de 2008

Morar sozinha...














Agora nesta minha nova fase começo a me programar para uma nova meta:
Meu apartamento, o meu cantinho, decorado e escolhido por mim.
Sonhos, projetos, cálculos para enfim realizar um sonho antigo, MORAR SOZINHA!

Para quem sempre teve que lutar pelas próprias coisas e arcar sozinha com as próprias despesas é um pouco mais complicado, mas não impossível, só teria que me privar do que gosto e que já algum tempo venho me privando, badalações, teatro, cinemas entre outros...

Cada centavo será pensado e calculado para que a economia que será grande, possa me trazer enfim a realização do sonho que será o projeto de uma vida!!!
Então... Mãos a obra e comecemos as pesquisas e visitas...
Boa sorte e sucesso para mim rs!!
Graziela Morais

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Onde essa violência vai parar???

O mundo precisa de paz!!!!!!!!
Diante de tantos casos horríveis de pais matando filhos, filhos matando pais, namorados matando namoradas, crimes pacionais, pequenos furtos seguidos de morte... Somos tomados pela pergunta:
Onde tudo isso vai parar??
O pânico, o estresse e a depressão começam a fazer parte da nossa vida diária, como se fosse algo normal.
Os "marginais" agora ocupam nossas esquinas, invadem nossas residências, e nos intimidam a ponto de fazermos muros cada vez mais altos, de sairmos cada vez menos, de consumirmos cada vez menos por medo de sermos roubados...
Meninos ainda com tamanho, idade e rosto angelical, mas que já possuem um coração frio e destruído pelas drogas e pelo instinto de sobrevivência que os consomem, sem amor a nada nem a ninguém e sem a mínima esperança de um futuro melhor...
Houve um tempo que diante de alguma situação de risco ao vermos um policial fardado corríamos ao encontro desse que era o "símbolo da ordem e da segurança" onde ali ficávamos seguros até que tudo se acalmasse...
Hoje esse mesmos "símbolos da ordem e da segurança" nos remetem medo e desconfiança.
Em Brasília não temos ainda casos noticiados, mas no resto do país a mídia nos revela, através de situações frequentes, erros inaceitáveis e policiais despreparados, violentos, corruptos e ineficientes...
Não sei se isso ocorre pelo cansaço e a desilusão, de lutar por algo que é maior que nós (a violência instalada) ou se de certa forma já se deixaram levar por essa realidade de "matar ou morrer" que se tornou um caminho sem volta...
Onde vamos parar???
Com quem podemos contar???
O que fazer para melhorar???

Graziela Morais

Dinheiro "R$"












Resolvi agora, aos 30 anos, ler e obter conhecimentos sobre "Educação Financeira".
Assunto esse, que nunca me causou preocupação por pensar que a vida é bela e que dinheiro é pra ser gasto.
Mas percebo agora que se eu tivesse essa orientação sobre finanças pessoais antes, minha vida seria bem melhor.

Comecei pelos livros clássicos:

O Monge e o Executivo - James C. Hunter
Filhos inteligentes enriquecem sozinhos - Gustavo Cerbasi
Pai Rico, Pai Pobre - Roberto T.Kiyosaki - Sharon L. Lechter

Descobri que diferente do que aprendi, dinheiro não é "batata quente" e não precisa ser "vendaval" na minha minha.
Que podemos poupar, investir e planejar nossas vidas resistindo as "tentações do marketing e da publicidade/propaganda" que tanto amo, comprando apenas o que é necessário, sem ficar deslumbrado com vitrines e supérfluo!!
Que o que nos faz ter uma vida confortável e uma velhice tranquila é saber comprar o que precisamos e investir sem medo de arriscar!
Depois de tantas informações preciosas percebo que liderança e estabilidade financeira é uma busca diária, dentro de nós mesmos, que é para poucos, e que apesar de esquecermos, temos a nossa vida em nossas mãos e que só depende de nós escolhermos se queremos ser vencedores ou perdedores.
Que os pessimistas e os pobres de espírito estão em toda parte, em nossa casa, no trabalho... e temos que filtrar cada comentário e informação porque a palavra é "FOCO".
E se não o tivermos não chegamos a lugar nenhum!

#grazielaMorais #finanças #gustavoCerbasi

Graziela Morais

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Minha nova fase...
















Sinto que minha vida é uma linda canção, às vezes triste, às vezes alegre...
E que posso contá-la cantando versos inspirados de grandes compositores e cantores que marcaram e marcam nossas vidas!
Uma delas retrata minha fase atual e gostaria de compartilha-la aqui:

Prá Rua Me Levar (Ana Carolina e Seu Jorge)
Composição: Ana Carolina / Totonho Villeroy

Não vou viver, como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho onde eu vou...
As vezes ando só trocando passos com a solidão
Momentos que são meus e que não abro mão...
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou prá mim agora...
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você...
É!Mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato prá falar
Coisas minhas, talvez
Você nem queira ouvir...
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou
Prá mim agora....
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender(Se acender!)
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você...

Graziela Morais

segunda-feira, 14 de julho de 2008

O que escrever...


Sempre amei escrever...
Cartas de amor, histórias fictícias...
E a algum tempo, desde que tranquei a faculdade (por motivo de força maior rs), não tive mais vontade de escrever, talvez por tristeza ou algo do gênero!
Mas a medida que escrevo as idéias surgem, os pensamentos se clareiam,
então resolvi criar um blog!
E aqui neste espaço tão meu, poderei colocar histórias, depoimentos e desabafos que muitas vezes não posso expressar e não tenho com quem compartilhar...
Acho que para o início está bom!
Como ótima publicitária que serei, farei deste espaço o meu rascunho para matérias e idéias que criarão asas e farão a diferença...
Até a próxima...

Graziela Morais